Blog criado com o objetivo de descrever a origem, etnia e cultura de uma comunidade indígena do tronco Macro-Jê denominadas Krikati, localizada no sul do Maranhão.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Considerações finais - I Feira Cultural Indígena.
Elizabeth Leite quixabeira
Feira
realizada em sala de aula foi o coroamento da disciplina “Educação indígena”.
Quero dizer que foi uma oportunidade para concluirmos de forma mais ampla as
diversas tribos indígenas existente no nosso estado do maranhão. Serviu para
nos conscientizarmos que somos de fato um povo de cultura indígena
diversificada, e que cada um destes povos tem a sua beleza original e riqueza
própria em sua forma de se organizar econômica, política e culturalmente. De
uma riqueza que torna belo e completo o rosto de cada maranhense.
Marlene Lobato
A realização da nossa 1ª Feira Cultural Indígena, foi de suma importância para todos nós. Pois ,com os conhecimentos adquiridos durante o período em que a Professora Maria Laetitia esteve conosco deixou um bom legado do que vem a ser a cultura indígena em todos os aspectos tanto social ,político, econômico e religioso e suas diversidades.Através dos vídeos,aulas expositivas e a visita ao Museu Arqueológico,foi que deu ênfase para a nossa feira cultural indígena ter o sucesso que com certeza foi o almejado pelos grupos. Os grupos se caracterizaram de acordo com a sua etnia.Houve a exposição dos artesanatos , comidas típicas e outros acessórios da cultura indígena. A intervenção da nossa orientadora com os grupos apresentados foi enriquecedor. A visita do público(de outra sala), da direção e alguns professores que vieram prestigiar o nosso evento, tudo isso foi maravilhoso. Tivemos oportunidades de conhecer as outras etnias e seus artesanatos, suas origens e suas culturas. Parabéns, Professora Maria Laetitia, você é uma Grande Líder
Maria da Glória Macedo Pinheiro
A realização da I Feira Cultural Indigena, foi necessária para demostrarmos as tribos abordadas dos dois troncos lingustico Macro-jê e Tupu- Guarani, com o objetivo de expor através de maquetes seus vários tipos de moradia de acordo com as tribos, exemplos concretos de algumas comidas pertencentes a sua culinaria , peças artezanais fabricadas e utilizadas por eles de acordo com suas manifestações e alguns cartazes que ilustravam fotos e leis que representam aos indios. Abordar e expor sobre essas tribos foi de grande importância para sabermos e passarmos o conhecimento especifico e necessário do enorme valor e contribuição dessas tribos para a nossa sociedade, que desenvolve com a existencia dos seus trabalhos, historias e costumes desses povos.
Em relaçao a feira cultural indígena, foi de grande relevancia pois mostrou a diversidade cultural indígena. Apesar de ser os primordios da terra brasileira sao bem poucos conhecidos. Essa feira trouce informaçoes de estrema importância da nossa historia, nos fazendo conhecedores de suas etnias suas crenças e religiões, em fim conhecedores de sua forma de viver diferenciada do homem branco,que muito contribuiu e contribui pra nossa patria amada Brasil.
Marilourdes de Menezes Ferreira
Participar da I Feira cultural Indígena foi muito importante e produtivo para mim, pois através desta tive a oportunidade de entender e conhecer melhor os povos indígenas, de interagir com a turma e de adquirir um aprendizado bem maior sobre as comunidades indígenas já existentes, podendo vivenciar cada momento da feira de forma positiva. Hoje tenho uma imagem totalmente diferente dos índios, pois aprendi a valorizar mais essa cultura tão rica e tão importante para nossa vida.
Silmara Sousa Froz
Com a disciplina
Educação Indígena, foi nos dado o privilégio de participarmos da I
Primeira Feira Cultural Indígena, foi
possível identificar todo o processo
ocorrido pelos povos indígenas no Maranhão, os seus costumes, suas localizações,
suas tradições, e os seus direitos. Salienta-se também, a
necessidade de reconhecer e valorizar a identidade étnica específica de cada povo,
compreender suas línguas e suas formas tradicionais de organização social. Nesta conclusão, pode-se
afirmar que com tudo que foi desenvolvido e explanado pelas equipes, houve um crescimento pessoal e profissional,
porém fundamental para minha vida. Amei essa disciplina,as atividades que foram
desenvolvidas e principalmente a feira,
foi de grande proveito para um aprendizado novo, além de ter sido uma
ferramenta fundamental para o processo educacional.
Silvia Sena
Assim A feira cultural foi muito
importante para mim, porque aprendi mais um pouco sobre os povos indígenas,
assim fiquei conhecendo melhor suas culturas, seus costumes, alimentação. Eu fui
orientada pela minha equipe na organização de tarefas que foram
desempenhadas. Assim trabalhamos em
equipe. Foi na feira que conheci os artesanatos, instrumentos de pesca e de
onde sai seus alimentos. Foi de bom proveito.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Considerações Finais de Marlene Lobato
Todo assunto que foi exposto serve para entender a importância
de respeitarmos e valorizarmos a identidade cultural do povo brasileiro. Pesquisas
recentes indicam que os indígenas possuíam uma organização social o Jê muito mais complexa do que se imaginava, eles formavam e ainda formam centenas
de nações com culturas bem diversas entre si. Porem,
não se conhece a língua-mãe dos indígenas, sabe-se que a maioria delas deriva-se
de dois troncos linguísticos: o tupi e o Jê. A valorização e preservação das
línguas é um direito universal que devemos reconhecer e defender povo.
Em relação à feira cultural foi muito importante para
mim, pois pude interagir com os meus colegas, adquirindo conhecimentos das
tribos indígenas na qual achei interessante a cultura desse povo em todos os
aspectos, que me fez entender e valorizar cada vez mais a cultura indígena.
Considerações Finais de Maria dos Remédios dos Santos Lopes
Diante de tudo que foi pesquisado o quanto sofreu os índios Krikatis, que foram perseguidos desde o século XIV, onde tiveram seus territórios invadidos, só voltando a ser recolhido pelo estado brasileiro a bem pouco tempo. A terra Krikati está localizada nos municípios maranhenses foi declarado como terra indígena em 1997, através de portaria ministerial número 328.
Houve muitas questões judiciais, mas os Krikatis, povos guerreiros nunca desistiram e nem abandonaram suas origens, mesmo recebendo uma terra devastada com poucas matas, sem caça e sem pesca, não abandonaram suas referências históricas.
Bem recentemente os índios obtiveram um conquista. A nova LBD hoje trata de forma clara a educação indígena, assegurando vários benefícios, como por exemplo: a utilização de suas línguas maternas e usando processos próprios de aprendizagem, considerando as características regionais e locais da sociedade da cultura indígena.
Cabe a sociedade como um todo, reconhecer e valorizar o índio, não só pela progenitura das terras brasileiras mais como cidadãos, de fato e de direito da nossa nação.
RESUMO
Este trabalho tem por objetivo descrever a origem , etnia e cultura de uma comunidade indígena do tronco Macro-Jê denominada Krikati, localizada no sul do Maranhão, abrangendo áreas de vários municípios. Como metodologia foram realizadas pesquisas entre estudos antropológicos como os de Darcy Ribeiro, Montaigner e Nimuendajú e artigos sobre o tema, bem como de material disponibilizado pelo CIMI. Como resultado percebemos que o espaço da terra pertencente a este povo encontra-se em processo de reflorestamento, graças a sua luta pelos direitos. Ao fim percebemos que com a presença do "homem branco" a sua cultura permanece viva, mesmo que obrigados a questionar e a rever algumas práticas.
INTRODUÇÃO
A
presença dos povos indígenas no maranhão, é muito antes da chegada dos
colonizadores em nossa região. No século XVII, na região maranhense se encontravam pelo menos
250 mil índios de cerca de 30 etnias distintas, dessas somente algumas insistem
em sobreviver como os Krikati, canelas Guajajárs káapor, Awa Guajá, que
atualmente corre risco de instinção se a sociedade deixar ao acaso, o destino
desses povos. Suas histórias são marcadas pela violência, fogem das ameaças
constantes, da escassez intensa ou do preconceito. Na atualidade os povos
indígenas são quase 30 mil índios, divididos em dois grandes grupos: que são os
Tupi-Guarani e os Macro-jê. Os de tribo Tupi-Guarani: os Guajajaras, os Guajà,
os Kaapor e os Tembé. Os
de cultura MacroJè são: os Canelas, Apaniekra e Ramkokamekra, Krikati e Gavião,
estes grupos estão espalhados em 16 áreas do Estado e estão classificados na grande
família lingüística Timbira. Timbiras é o nome que designa um conjunto de
povos, que falam da mesma variante. Dentre
várias tribos pertencente ao grupo Macro-jê estão os Krikati, com quem nos
detivemos melhor conhecimento.
OS
KRIKATIS ou pertencente ao grupo Krikatjê, que quer
dizer “aquele da aldeia grande”. denominação
esta que lhes é aplicada também pelos demais Timbiras. Seus vizinhos imediatos
os Pukopjê a eles se refere usando o designativo Pocatêgê que significa “os que dominam a baixada”.
LOCALIZAÇÃO: a tribo dos krikati, estão
localizado ao sul do Maranhão, entre as cidades de montes Altos e Sítio Novo.
Antes seu território era mais extenso abrangendo as cabeceiras do Rio Pindaré,
a Serra da desordem, o rio Lageado, o Rio Santana nas margem esquerda do rio
Tocantins, abrangendo as terra ocupadas pela cidade de Montes Altos e
Imperatriz.
SITUAÇÃO
ECONOMICA:
a
atividade comum dos Kirikati se classificaram bastante nos últimos anos, mas
ainda predomina: as atividades agrícolas, criação de gado e a produção de
artesanatos, a qual se utilizam de
vários materiais, como a embira, tala de buriti, de guarimã, palha de côco,
tucum sementes, dentre outros, com os quais confeccionam pacarás, urupemas,
cestos de vários tamanhos, colares, esteiras e outros; cargos público: professores
nas escolas indígenas e como agentes de saúde. Ainda na cultura Krikati, a
arte é muito presente através de desenhos “geométricos decorativos em peças” de
utilizo domestico de modo partícular nas cabaças ou cuias. Faz parte da cultura
dos Kricati o cultivo do “ algodão, tecem faixas para ser usadas em suas
festas, utilizam pinturas corporais feita com tinta de jenipapo e urucu.
Costumam se enfeitar com penas de aves colada diretamente na pele.
SITUAÇÃO POLITICA: Ao longo dos séculos uma das lutas do povo
Krikati foi a luta por suas terras. Os conflitos com os grandes fazendeiros e
latifundiários levou o deslocamento da tribo para
bem longe do seu território. É ainda no inicio do século XX com a frente de
expansão econômica, estradas, ferrovias. Linha elétrica etc. Povos inteiros
foram dizimados por consequência da colonização e escravidão imposta, como
também por epidemias de doenças infecciosas. Com a FUNAI criada em 1967 após a extinção do SPI,
passou a realizar serviços esporádicos de saúde e supervisão em alguma
comunidades indígenas,através de Equipes Volantes de Saúde.
SITUAÇÃO
RELIGIOSA: ha
algumas crenças presente na cultura religiosa que de qualquer forma manifesta
uma certa relação com os seres invisíveis através de elementos míticos como: o
mito do sol da lua, do fogo de animais como por exemplo: acreditam que na
assunção do homem aos céus pelos urubus.
Considerações Finais de Marilourdes Ferreira
A disciplina "Educação Indígena" foi muito importante para mim, pois me proporcionou um aprendizado riquíssimo, onde através de pesquisas pude conhecer sua cultura, religião, crenças, etc. Também aprendi a preservar e respeitar o espaço do índio na sociedade.
Foi muito gratificante vivenciar com meus colegas todo o processo de aprendizado para a feira cultural que participamos. Foi uma oportunidade a mais de mergulhar na cultura indígena, principalmente da tribo Krikati na qual foi o foco do nosso estudo.
Depois de todos esses momentos de de aprendizado onde pude enriquecer meu leque cultural, passei a ver os índios de outra maneira, com o respeito e valor que eles merecem, sabendo reconhecer a importância deles para nós como uma sociedade.
Considerações Finais de Silvia Sena
O projeto desenvolvido atingiu sua meta, pois conseguimos mobilizar nossos colegas envolvendo conhecimentos relacionados ao tema e contando com a participação e a motivação na culminância do projeto, este que promoveu a iteração de todos do ensino de pedagogia. Tudo isso contribuiu significativamente para o deslocamento dos princípios norteadores do ensino nas mais diversas áreas do saber.
Considerações Finais de Elizabeth Leite
A
disciplina de educação indígena se faz necessária no currículo do curso de
pedagogia. Foi uma aprendizagem imensa, pois levou-nos a ter um conhecimento
muito mais profundo e vasto a cerca dos diversos grupos indígenas do Maranhão.
Valeu conhecer mais de perto o que os livros de história regional não contam.
A
disciplina de Ed. Indígena nos deu a conhecer a realidade dos índios os donos
das terras brasileiras, o quanto ainda sofrem para conseguir resistir às formas
que exploram e massacram suas vidas. A feira que a turma PE01-v6 apresentou
retratava a realidade de alguns povos que ainda insistem a viver dos dois
troncos Tupi Guarani e Macro-jè.
Sinto-me
muito agradecida pela professora Laetitia Araújo Martins, pela paixão que tem à
causa dos povos indígenas. Estou certa que ficou uma nova consciência em nossas
cabeças de futuros pedagogos depois desses novos conhecimentos recebidos. Com
certeza, sementes que irão florescerá no coração e renascer no sangue de nossa
gente indígena pela força da educação.
Elizabeth Leite Quixabeira, aluna da Uva turno matutino PE01-v6
Considerações Finais de Silmara Sousa Froz
A educação escolar indígena está delineada na Constituição de 1988,
nas leis nacionais e órgãos competentes, porém, de forma muito ampla,
percebe-se insuficiências e dificuldades em efetivar o que está previsto, como,
também, de atender as reais necessidades de cada etnia. Apesar da Constituição
brasileira e das legislações estaduais reconhecerem os direitos dos povos
indígenas, ainda há muito que se fazer na prática em relação a todas as etnias
de culturas diferentes. Não basta a lei prever ou garantir a posse dos
territórios, de educação, de direitos à saúde, entre outros, mas é preciso
ações que concretizem o que é dito e de direito. O desafio é construir uma
educação escolar que respeite os valores éticos indígenas, a dignidade da
criança e trate-a com compreensão e ajuda construtiva. Os povos indígenas precisam ser conhecidos,
respeitados e compreendidos em sua lógica cultural e educacional, pois precisam
dominar as ferramentas do mundo moderno para melhor dialogar e ocupar o espaço
que lhe é de direito. Durante a análise da disciplina Educação Indígena, diante de
tudo que foi trabalhado, com a exposição da nossa feira, concluir que foi muito
produtivo para minha formação enquanto pessoa e educadora. Hoje, vejo os índios
de outra forma, tenho uma visão totalmente ampliada, aprendir a valorizar essa
cultura rica e bonita.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Considerações finais de Maria da Glória
O curso de Pedagogia é a
forma de preparar profissionais capazes com conhecimentos abrangentes em várias
formas de educação, por isso se faz necessário a disciplina Educação Indígena,
que veio nos mostrar seus costumes, cultura e tradições dos povos indígenas que
são importantes na contribuição do nosso aprendizado para nos tornar educadores
globalizados e competentes.
De acordo com o aprendizado adquirido,
foram desenvolvidos vários trabalhos englobando todo o conhecimento que foi
absorvido no Museu Arqueológico, em sala de aula através de textos e vídeos
além de pesquisas realizadas de acordo com cada tronco lingüístico e comunidade
abordada, a serem demonstrados e ampliados nossos conhecimentos foi realizado a
I FEIRA CULTURAL INDIGENA, que foi de grande relevância para expor e explicar
todo o conhecimento absorvido sobre as comunidades indígenas dos troncos
lingüísticos Macro-Jê e Tupi-Guarani com objetivo alcançado e sucesso garantido
pelo esforço e dedicação de todos do
Curso de Pedagogia da turma PE01V6 do turno noturno, do Pólo Orlando Araújo da Universidade
Estadual Vale do Acaraú- UVA.
Englobando esses momentos e
aprendizado gratificante e produtivo nos foi garantido e repassado graças a
Orientadora e Especialista Prof. Laetitia Araújo Martins, que nos proporcionou
importantes contribuições para o desenvolvimento e realização deste maravilhoso
momento de troca de conhecimento e aprendizado sobre as Comunidades Indígenas
abordadas.
Maria da Glória Macedo Pinheiro, Acadêmica do 4° período de
Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú-UVA, São Luís-MA.
sábado, 2 de junho de 2012
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Essa feira trouce informaçoes de estrema importancia da nossa historia,nos fazendo conhecedores de suas etnias suas crenças e religioes,em fim conhecedores de sua forma de viver diferenciada do homem branco,que muito contribuiu e contribui pra nossa patria amada brasil.